Resident Evil 3, Nemesis

Ola a todos, estou postando com mais frequência agora, só falta aperfeiçoar os posts mesmo, enfim, hoje vou falar sobre outra coisa que marcou minha vida,  na área de entretenimento digital, o jogo Resident Evil 3 foi o meu primeiro passo rumo a um mundo sombrio e interessante, de histórias intrincadas e seres que a imaginação tem gosto de dar vida para assombrar a madrugada e os pesadelos.

Jill Valentine é novamentea protagonista da mepreitada da Capcom (invenção até ) do gênero survival horror, dessa vez ela esta em Raccoon City, dominada pelos horrores da Umbrella Corp, os poucos sobreviventes ou são retratados em side quests ou em spinoffs do jogo.

O cidade também é descaradamente usada para testar os B.O.Ws, entre eles Nemesis, o sina da nossa protagonista, e para mim um dos melhores vilões de jogos.

Ele realmente capta toda a palavra vilão, ele sempre esta no lugar onde você menos espera , e sempre atrapalha o seu objetivo, de qualquer maneira.

Mesmo sendo um ‘zumbi’, uma arma biológica ‘controlada’, parece que a cada augúrio “S.T.A.R.S”, o destino do jogo já estava selado

Jill encontra velhos amigos do Bravo Team, o piloto Brad Vickers, ou “Chicken Heart”, como foi carinhosamente apelidado no primeiro livro, Carlos oliveira, uma equipe de resgate da Umbrella e willian Birkin, morto em sua forma de Tyrant contaminado pelo G-Vírus.

O dinâmica do jogo pode ser questionável só hoje em dia, porque pra época era uma inovação, em câmeras, em jogabilidade, até nas CG’s, mas a história, os puzzles, os inimigos e os segredos faziam do desafio um troféu a parte após desvendados os mesmos.

O melhor cenário era a Raccoon Police Departament, e o Cemitério, junto com as mapas da cidade são diversão a parte para explorar e tentar seguir o melhor enredo.

As escolhas quando se encontra Nemesis também são bem interessantes, e alteram os caminhos tomados durante o jogo.

A criação de munição também é algo bem atrativo, juntar os três tipos de pólvora diferente, e os items de cura seguem também a mesma linha.

O jogo realmente é interessante, e extremamente canônico para a série, mais tarde farei uma resenha mais intrincada juntando os elementos do jogo e da Graphic Novel ^^.

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Resident Evil, Caliban Cove

Deve ter sido o primeiro livro do S.D. Perry que eu li, anes eu só sabia dos jogos e os achava geniais. Afinal, quem não conhece alguem que joga/jogou Resident Evil?E quem não viu o filme? ( que merece um post extremamente crítico a parte xD ).

Certo, este livro ocorre durante os eventos do RE 2, se não me engano, os S.T.A.RS se reúnem, montam um esquema para uma missão no Maine, se separam e vão. Talvez o fato de aparecerem mais personagens que no jogo, ou o fato da minha imaginação ser menos limitada que os pixels, que eu achei esse livro ótimo, mas ele que me instigou a ler mais por um tempinho.

Caliban Cove é o nome da ilha, onde experimentos com um vírus diferente é feito, temos novos tipos de zumbis, os “M-16”, que  carregam armas e são suscetíveis a ordens, e outra criatura que não me lembro direito o nome, mas assemelhava-se a um lagarto, num “shape” de grifo, algo assim.

É uma história de tirar o fôlego, a invasão da ilha, o caminho percorrido até o farol, única instalação com algum movimento constatado, os embates com os M-16, e um cientista louco.

A personagem principal é Rebecca Chambers, especialista em bioquímica da equipe, e também enfermeira de plantão, ela se ve em sua primeira missão sem seus companheiros do Bravo Team, o que a deixa nervosa , mas não hesitante, ela se sai muito bem para a idade e função dela.

Todo o livro fala um pouco do drama pessoal dos personagens em relação a atual situação, é quase como se você estivesse na mesma encrenca que ele, o que torna o livro mais interessante, alem das ‘cenas’ de ação e dos monstros.

Enfim, recomendo fortemente a leitura desse para aqueles que querem se aprofundar mais no mundo de Resident Evil, o mundo de S.D. Perry, que nos privou de algumas madrugadas sem sono pensando em zumbis e  no Nêmesis xD.